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Polícia segue investigando sumiço de comerciante no interior de MS

Veículo Chevrolet Onix de Rogério Pereira Bonfim foi encontrado incendiado em uma plantação de cana-de-açúcar

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Marina Romualdo
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Rogério Pereira Bonfim está desde o dia 21 de janeiro desaparecido (Foto: Divulgação/Jornal do Nova)

A 1ª Delegacia de Polícia de Nova Andradina continua investigado o desaparecimento do comerciante, Rogério Pereira Bonfim, de 44 anos, que completou nesta terça-feira (28) uma semana.

No dia 21 de janeiro, a esposa da vítima procurou à delegacia para informar o desaparecimento e registrar um boletim de ocorrência. Durante o relato, a mesma informou que o homem teria saído com o carro modelo Chevrolet Onix e não havia retornado. Além disso, não estava conseguindo contato com o esposa, o que gerou uma preocupação.

Desta forma, no início da noite, as autoridades receberam a informação de que um veículo parecido com o do comerciante havia sido encontrado incendiado em uma plantação de cana-de-açúcar na região de Anaurilândia.

Em seguida, os agentes da Seção de Investigações Gerais (SIG) e da Polícia Científica estiveram no local e confirmaram que o automóvel se tratava do carro de Rogério, porém, mesmo após uma verificação minuciosa no perímetro, ele não foi encontrado.

Durante a entrevista para o Nova News, o delegado, Caio Bazoti, relatou sobre as diligências e providências tomadas até o momento para tentar esclarecer o caso. De acordo com ele, o perímetro de onde o carro foi localizado foi vasculhado na noite do achado. "O trabalho foi feito a pé, com viaturas e também com uso de drone".

Além disso, foi realizado um exame pericial no local do achado do veículo e na residência do desaparecido. “Foi feita análise de câmeras de segurança da cidade para traçar os últimos passos do desaparecido, bem como a equipe da SIG também percorreu mais de 500 quilômetros de estradas rurais em busca de pistas", explicou Caio.

Já outras providências adotadas na investigação foram a inquirição de testemunha, análise de dados bancários, análise de dados junto ao cartório de registro de imóveis e órgãos públicos e análise de dados telemáticos. Inclusive, durante as diligências, apreendeu duas armas de fogo pertencentes ao desaparecido.

Por fim, conforme as informações do Portal de Notícias, o delegado esclareceu que também solicitou informações junto à Polícia Federal. "Fizemos requisições de dados a empresas privadas”, pontuou Caio. 

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