PM reforça segurança durante período de atendimento no Procon-MS
Decisão foi tomada após, Antônio Caetano Carvalho, de 67 anos, ser morto a tiros dentro do órgão


A equipe da Polícia Militar passa a reforçar a segurança da sede da Secretaria-Executiva de Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-MS) que é uma instituição vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead). A decisão ocorreu após sócio-proprietário da "Aliança Só Hilux", Antônio Caetano Carvalho, de 67 anos, ser morto a tiros dentro do órgão no dia 13 de Fevereiro.
Sendo assim, os policiais estarão presentes durante todo o período de atendimento da unidade, das 7h às 19h, ampliando ações que já haviam sido implementadas desde abril com a realização de rondas semanais.
A presença dos profissionais integra protocolo de intenções firmado entre a Sead e a Secretária de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), tendo por base relatório de segurança entregue pelo Procon/MS em maio, no qual consta diagnóstico de ajustes as necessidades de tratamento de riscos da instituição.
“Estamos promovendo em conjunto as melhorias necessárias nos processos de segurança ora adotados no Procon-MS. Com o suporte da Polícia Militar, via Sejusp, reforçamos os trabalhos preventivo e de inteligência, que já estavam em curso”, pontua a titular da Sead, Patrícia Cozzolino.
Para a secretária-executiva do Procon-MS, Nilza Yamasaki, a medida reflete compromisso em se assegurar atendimento de qualidade e seguro aos consumidores, fornecedores e servidores. “Temos ainda previsto para os próximos dias a finalização do processo de cessão e instalação de aparelho pórtico detector de metais, em cooperação com a Penitenciária Federal de Campo Grande”, destaca.
O reforço na segurança ocorre em paralelo a fase preparatória de processo administrativo para mudança da sede do Procon/MS, onde se buscará qualificar a estrutura de atendimento com a garantia de segurança ao público e aos servidores da instituição.
Relembre o caso – Antônio Caetano Carvalho, de 67 anos, foi morto na manhã do dia 13 de Fevereiro, dentro da Superintendência para Orientação e defesa do Consumidor (Procon-MS), em Campo Grande (MS). O principal suspeito do homicídio é o policial reformado pela Polícia Militar, José Roberto de Souza.
Conforme as informações apuradas pelo Diário Digital, a audiência de conciliação entre os dois estava marcada por conta de um trabalho que foi realizado pelo empresário e que não teria agradado José Roberto. A morte teria sido motivada pelo valor de R$ 630.

Durante a audiência para esclarecer a prestação de serviço, o suspeito pegou a arma de fogo e efetuou três vezes contra Antônio. A vítima fatal foi atingida na cabeça.
Na mesma sala que os envolvidos, havia mais duas pessoas que presenciaram toda a cena do crime que ficaram com o medo. Porém, após os disparos, José fugiu do local e acabou se entregando e segue preso pelo crime de homicídio.
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