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Polícia

Mulher mente sobre ser mantida em cativeiro

Ela afirmou ter passado três dias em cativeiro, sofrendo agressões e sem água nem comida

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Taís Wölfert
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Esse tipo de delito traz prejuízo aos órgãos de investigação e à Justiça (Reprodução/DEAM)

Uma mulher, 37 anos, que afirmou ter sido mantida em cativeiro sofrendo agressões e sem água nem comida mentiu sobre o ocorrido. Depois de investigações da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Campo Grande (MS) foi constatada que as informações da suposta vítima eram inverídicas.

De acordo com a DEAM, em 26 de novembro, a mulher procurou a delegacia e contou que foi mantida em cárcere privado e importunada sexualmente. Ela desconfiava que o ocorrido foi a mando do ex-companheiro. Mas quando as investigações começaram, a equipe constatou que as informações eram falsas. Foi comprovado por meio de imagens que o crime não ocorreu como o narrado.

O relatório da investigação mostrou que a mulher procurou a polícia e narrou o acontecido com o objetivo de imputar crime ao ex-companheiro por não aceitar o fim da relação dos dois.

Esse tipo de delito traz prejuízo aos órgãos de investigação e à Justiça, porque são instaurados procedimentos para a apuração de fatos praticados por outra pessoa ou que não ocorreram, além de causar transtornos e gravames àquele que é investigado ou processado indevidamente.

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